Salve, pessoal! Bom, hoje eu não vim aqui pra colocar meus contos, peças e poemas. Vim só reativar e colocar um memorando, pois tá fazendo um ano que eu posto aqui no CORRA ENQUANTO É TEMPO. Nunca pensei que um blog poderia durar tanto. Hehehehehe.
Mas, é muito legal alcançar esta data.
O CEET pode não estar nos topos dos mais lidos nem ter zilhões de comentários, mas é especial pois é aqui que eu tenho vontade de escrever e tem pessoas confiáveis e inteligentes lendo.
A todas as amigas que vêem lendo o CEET meu super obrigado e vamos juntos blogar em 2009!
Mesmo conhecendo pouco algumas de vocês, já gosto muito pela personalidade e caráter que vocês mostram nos posts!
MUITO OBRIGADO!
E para dar um ar novo, eu coloquei na imagem de cabeceira fotos do espetáculo CORRA ENQUANTO É TEMPO do Grupo Galpão, que eu amo esse espetáculo e é em homenagem a esse grupo que meu blog leva esse nome.
Agora você entende?
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
sábado, 13 de dezembro de 2008
O jardim das preguiças - Miniconto.
O garoto era preguiçoso. Sua mãe justificava dizendo que era porque a parte de baixo da orelha dele era 'descolada' da pele do rosto. Então por isso, era preguiçoso.
Além de preguiçoso, curioso, porque queria saber onde cortavam as orelhas das pessoas pra nascerem preguiçosas. Perguntou à professora, então pediu ao pai para ir no zoológico. Mas lá, não tinha a preguiça que queria. Perguntou à coleguinha e ela o levou na casa de uma senhorinha. Mas lá, não tinha a preguiça que queria, tinha a Dona Pri Guissa.
No enfim, procurou, procurou e não encontrou. Até que um dia resolveu abrir um livro e tamanha foi a sua surpresa que as flores preguiçosas do jardim das preguiças falaram com ele durante o dia todo. Elas explicaram que essas estórias de orelhas descoladas são apenas invenções.
Daí então, o garoto continuou preguiçosinho como antes, mas muito determinado e sempre fazia o que lhe dava na sina.
Além de preguiçoso, curioso, porque queria saber onde cortavam as orelhas das pessoas pra nascerem preguiçosas. Perguntou à professora, então pediu ao pai para ir no zoológico. Mas lá, não tinha a preguiça que queria. Perguntou à coleguinha e ela o levou na casa de uma senhorinha. Mas lá, não tinha a preguiça que queria, tinha a Dona Pri Guissa.
No enfim, procurou, procurou e não encontrou. Até que um dia resolveu abrir um livro e tamanha foi a sua surpresa que as flores preguiçosas do jardim das preguiças falaram com ele durante o dia todo. Elas explicaram que essas estórias de orelhas descoladas são apenas invenções.
Daí então, o garoto continuou preguiçosinho como antes, mas muito determinado e sempre fazia o que lhe dava na sina.
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